
Este poema é uma homenagem do Bocaberta a todas as mulheres, neste dia 8 de Março dia Internacional da Mulher.Parabéns, deusas do mundo, pois ser mulher não é fácil.
Mulher
A mulher como centro de universalização poética
é aquela que tem nome e também sobrenome,
é a que tem deveres, e também tem direitos,
é a que chora, é a que ri,
é a que é mãe e muitas vezes é também pai,
é a filha, é a irmã, é a tia, é a avó…
Meninas!…
Moças!…
Senhoras!
A todas as mulheres,
sem distinção de cor,
credo e tribo.
Solteiras!… Concubinas!… Casadas!…
Essencialmente emancipadas!
A mulher professora,
a mulher doméstica,
a mulher motorista,
a mulher atleta, a
mulher empresária,
a mulher presidente,
a mulher proprietária…
Independentemente a profissional mulher…
A mulher em beleza, Elegância e Sensualidade!
A mulher que elege,
a mulher eleita,
a mulher escritora,
a mulher pintora,
a mulher que canta e encanta…
A mulher da arte…
A mulher obra de arte…
A mulher em casa,
na rua ou no trabalho…
Em essência mulher…
Unicamente mulher!
A mulher amada…
Amante…
Apaixonada…
A mulher urbana, a mulher rural…
A mulher singular, a mulher plural…
A mulher alimento, mas também canibal…
A mulher intrinsecamente maniqueísta!
A mulher feminina, a mulher feminista…
A mulher de uniforme,
de saia, de vestido,
de calça, de short e camiseta,
calcinha e sutiã, de biquínis…
A mulher em pele…
A mulher em alma…
A mulher em formas aos olhos de quem se a tem a admirá-la…
Magra… Gorda…
Negra… Branca…
Baixa… Alta…
Em essência mulher…
singularmente mulher!
Poeticamente MULHER!!!!
de Emanoel Ferreira da Silva “Manollo Ferreira”


































