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História do Macarrão


Macarrão prato ideal
Os carboidratos presentes nas massas aumentam o nível de serotonina,um hormônio que libera energia. Isso acontece de forma bastante rápida, por isso, é o prato ideal antes de uma noite daquelas.

História do macarrão
A palavra “macarrão” vem do grego makària (caldo de carne enriquecido por pelotinhas de farinha de trigo e por cereais, cerca de 25 séculos atrás). A palavra pasta (massa dos italianos) vem do grego pastillos (pastillos é citado nos textos do poeta Horácio, especialista em versos culinários). Textos antigos relatam que os assírios e babilônios, por volta de 2.500 a.C., já conheciam uma pasta cozida à base de cereais e água, que pode ser considerado o avô do nosso atual macarrão.

A primeira referência e mais próxima ao Ocidente do macarrão cozido está no Talmud de Jerusalém, o livro que traz as leis judaicas, do século V a.C. O itriyah dos antigos hebreus era uma espécie de massa chata usada em cerimônias religiosas.

Na Roma antiga, século VII a.C., comia-se uma papa de farinha cozida em água, chamada pultes. Com legumes e carne eram chamadas de puls púnica. Com queijo fresco e mel, puls Julia.

Finalmente, os latinos contemporâneos de Cristo já se deliciavam com um prato batizado de macco (caldo de favas e massas de trigo e água). Entretanto, na Itália, já em 1279, 16 anos antes do retorno de Marco Pólo foi registrada uma cesta de massas no inventário de bens de um soldado genovês. A palavra maccaronis, usada no inventário, seria derivada de maccari, de um antigo dialeto da Sicília, que significa achatar ou esmagar com força, que vem do grego makar, que quer dizer sagrado.

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Maior árvore do mundo

General Sherman, Sequóia-gigante (Sequoiadendron giganteum), denominada “General Sherman é a maior árvore do mundo, ela está no Sequoia National Park, que fica na Serra Nevada, Califórnia.
Calcula-se que supera os 2000 anos de idade, possui 1.487 metros cúbicos, altura aproximada de 84 metros e o tronco, na base, um diâmetro máximo de 11 metros. Não consigo nem imaginar , quantas pessoas seriam necessárias, para abraçar esta beleza da natureza.

Fotos:

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Origami


Há quase 10 mil anos, surgia no Japão um tipo de diversão praticada pela corte, mas que hoje está difundida em todo o mundo. É o origami, a mais perfeita arte de dobrar o papel.
A palavra Origami esta dividida da seguinte forma: Oru - dobrar , Kami - papel.
Eu adoro origami meu preferido é o tsuru (cegonha), no começo parece ser difícil as sequências das dobras, mas depois que pegar o jeito fica fácil.O origami favorece a concentração, destreza manual e paciência, além da satisfação pessoal de poder criar formas apenas com um pedaço de papel.

Dicas
Trabalhe sobre uma superfície lisa e plana, para facilitar as dobras.

Procure estar com as mãos limpas.

Utilize sempre um papel cortado simetricamente.

Faça as dobras com muita atenção, passando a unha do polegar ao longo de cada uma para acentuar o vinco.

Procure seguir os diagramas sempre na seqüência.
Esse link é o passo a passo, para quem quiser acompanhar. Link

Lenda
O “tsuru” (o grou), ave sagrada para o povo Japonês é um pássaro que segundo a lenda vive 1000 anos. Considerada símbolo de sorte, paz, felicidade e longevidade, diz-se que se uma pessoa estiver doente e fizer mil dobraduras desta ave será curada.
A figura do Tsuru ( grou) é uma das mais populares e belas dentro do Origami. Surgiu há seculos e ainda hoje é bastante admirada pelo seu valor simbólico.Representa a Paz,a Saúde,a Longevidade e a Fortuna, motivo pelo qual é bastante utilizada em comemorações festivas, fazendo-se presente nos enfeites e embalagens.
Diz -se que ao dobrarmos mil “tsuru”,os nossos desejos serão realizados, ou ainda que ao oferecê-los a uma pessoa doente, estaremos transmitindo-lhe o nosso desejo para o seu pronto restabelecimento.
Certo é que ao dobrarmos cada figura, nela são depositadas a nossa fé, esperança, carinho e energia, formando uma espécie de corrente com vibrações positivas.

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Rabino transforma ônibus em um gigante forno

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O rabino Aaron Winternitz, morador da cidade de Spring Valley, nos EUA, comprou um antigo ônibus escolar e tranformou em um gigante forno, assava matzos, uma espécie de pão típico da tradição dos judeus, deixava seu ônibus padaria escondido atrás de sua casa.
Sua invenção foi descoberta, quando os vizinhos chamaram a polícia por causa de um grande cheiro de fumaça, ao chegar o policial pra sua surpresa, achou um ônibus com assentos removidos e o interior inteiramente usado como forno.
Aaron poderá continuar usando seu forno gigante, somente após tomar medidas de segurança, uma delas é retirar a padaria ambulante, que está próxima de sua casa por mais ou menos 3 metros de distância.
Realmente esse Rabino foi muito criativo e gostava muito de seus matzos.