Podemos encontrar vários gestos iguais no Brasil e no Japão mas o grande problema, é que o significado deles é completamente diferente.Quando chegamos ao país pela primeira vez é comum cometermos algumas gafes e novas estórias sobre confusões causadas por gestos sempre aparecem.
Veja neste artigo os principais gestos que costumam causar confusão para os brasileiros recém-chegados.
Positivo
Num belo dia, um japonês olha para mim, meio de longe e ergue o polegar.Quase por reflexo, devolvo o gesto e penso: “Gente boa, esse japa”.
Ele fica ali parado por um tempo e depois vai embora.Mais tarde, descubros que o tal “japa gente boa” estava, na verdade, perguntando pelo chefe e foi embora sem entender nada.
OK
Importado dos Estados Unidos esse é um gesto amplamente usado por essas bandas.Hoje, ele já não causa mais confusão mas há algum tempo atrás, fiquei sabendo de um caso engraçado.
Um menino brasileiro estava tendo sérios problemas de comportamento numa escola japonesa.Quando a situação tornou-se insustentável, a diretoria da escola a mãe e um tradutor para uma conversa, pois o garoto não parava de bater nas crianças japonesas.
Perguntaram ao menino por que ele fazia isso e a resposta foi:
“Sempre que faço alguma coisa, alguém me manda tomar ‘naquele lugar’ então, eu bato mesmo!”
OK (virado para baixo)
Imagine a seguinte situação.
Um japa vem, chama você para um canto e, com a mesma rosquinha do “OK” (só que agora virada para baixo), te diz algo que você não entende direito.
Muita calma agora.Antes de sentar o braço no coitado, é bom ficar sabendo que ele não está propondo nada indecente.No máximo, pode estar te pedindo algum dinheiro emprestado.O quê, pensando bem, pode ser algo indecente.
Figa

Nunca, jamais, em hipótese alguma use esse gesto por aqui na presença de mulheres.Essa é considerada uma forma muito grosseira de convidar uma moça para fazer uma coisa.Que coisa?
Bom, faça figa , dê uma olhada para o seu polegar enfiado no meio dos dois outros dedos e diga o que parece.É isso mesmo.
Obs: Por via das dúvidas, evite fazê-lo na presença de homens também.É sério.
Chifre
Lembra daquele japonês que te pediu a grana emprestada? Não é que agora o cara-de-pau está numa roda de amigos fazendo o gesto de chifre e falando de você.
“Agora eu quebro a cara dele!”
Calma, não é bem assim.Ele provavelmente está contando para os outros que te pediu dinheiro emprestado e você ficou bravo.
É comigo?
No Brasil, quando queremos perguntar à distância “É comigo?”, geralmente, apontamos o polegar ou o indicador na altura do peito e fazemos uma cara de ponto de interrogação.
No Japão, faça o seguinte:
Com o indicador apontando para frente, na altura do rosto, gire a mão até a ponta do dedo encontrar seu nariz.Mantenha a cara de ponto de interrogação.Pronto! Aí está o mesmo gesto em japonês.
Tente fazer sem ter a sensação de ter ficado com cara de tonto apontando para o próprio nariz.Até hoje não consigo.
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Por
victor em mar 29, 2008 | Responder
Bom dia parceiro, só conferindo as novas nesse sabadão. Abraços e um ótimo final de semana!!!
Muito bom esse post, e pode ter certeza, por mais explicações que se dê, confusões sempre acontecerão.
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Por
Oscar Luiz em mar 30, 2008 | Responder
Bom, pelo jeito, tudo que seria palavrão aqui, é coias banal lá. Então, há de se concluir, que eles não falam (nem demonstram) palavrão????
Hummmmm! Acho que até a calma e a famosa “paciência oriental” deve ter o seu limite!
Um abraço!
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Já estou aqui há bastante tempo e ainda não sei muito sobre palavrões.O jeito de xingar daqui é diferente, não que eles não existam, mas não são muito usados.
Até o jeito de se ofender é meio diferente por essas bandas.
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