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18th

Tratamento facial à base de cocô

Não.Eu não acentuei errado.É cocô mesmo.
Na busca pela pele da mais fina porcelana, as mulheres não medem esforços e a última palavra em tratamento de pele acaba de surgir em Nova Iorque.Se bem que, última palavra é só modo de dizer, pois segundo sua “criadora”, a japonesa Shizuka Bernstein, no Japão do século 18 o cocô de passarinho já era usado por gueixas e dançarinas kabuki para retirar suas pesadas maquiagens.Devido a presença de guanina, as fezes (para não falar cocô de novo, certo?) de pássaro, supostamente, removem poluentes e espinhas, além de ajudar a manter a tonalidade da pele.
O material vai diretamente do Japão em forma de pó e é esterilizado com luz ultravioleta para matar bactérias.
Shizuka atende em seu spa em Nova Iorque e, por 216 dólares, lambuza a cara do cliente com doses generosas de titica, em sessões de 50 minutos do tratamento que ela chama de “Geisha Facial”.
Ah sim, só pra constar.O cocô é de rouxinol, não é qualquer cocô.

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