
Não.Eu não acentuei errado.É cocô mesmo.
Na busca pela pele da mais fina porcelana, as mulheres não medem esforços e a última palavra em tratamento de pele acaba de surgir em Nova Iorque.Se bem que, última palavra é só modo de dizer, pois segundo sua “criadora”, a japonesa Shizuka Bernstein, no Japão do século 18 o cocô de passarinho já era usado por gueixas e dançarinas kabuki para retirar suas pesadas maquiagens.Devido a presença de guanina, as fezes (para não falar cocô de novo, certo?) de pássaro, supostamente, removem poluentes e espinhas, além de ajudar a manter a tonalidade da pele.
O material vai diretamente do Japão em forma de pó e é esterilizado com luz ultravioleta para matar bactérias.
Shizuka atende em seu spa em Nova Iorque e, por 216 dólares, lambuza a cara do cliente com doses generosas de titica, em sessões de 50 minutos do tratamento que ela chama de “Geisha Facial”.
Ah sim, só pra constar.O cocô é de rouxinol, não é qualquer cocô.
fonte
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Marilia Pupo em mai 18, 2008 | Responder
já vi comentarios sobre isto antes, e acho que no fim das contas tratamento com “merda” nao deve ser tao nojento quanto imaginamos porque ela mesma deve receber um tratamento previo! entao no fim das contas deve ser algo no limite do possivel “limpinho”
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Luiz Lailo em jul 15, 2008 | Responder
Vim lá da Renatinha pelas bonecas japonesas. E vendo esse tratamento facial nos posts relacionados até pensei: “esse pessoal não revisa o que escreve”. Porém você confirmou a acentuação. Não nos devemos espantar com mais nada nesse mundo bizarro. Quando tiver tempo dê uma lida em O café mais caro do mundo. Pertence ao tema cocô.
Pois é, esse pessoal inventa cada uma…
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srtª em ago 1, 2008 | Responder